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Pescaria realizada dia 24/01/2009 no pesqueiro Pantanosso – Mairinque, SP

Mais um dia de boas Carpas Cabeçudas

Olá amigos pescadores vamos para mais uma pescaria...

Eu, Demerson (Dedé), combinei com os amigos Lucas (Lukinha), Rogerio (Pupilo) e Anderson (Jack), para fazermos uma pescaria de carpa cabeçuda no pesqueiro Pantanosso em Mairinque – SP e ouvimos falar que não conseguiríamos tirar as cabeçudas do lago, pois os exemplares eram muito grandes.

Mas como todo pescador que se preze, resolvemos encarar mais um desafio, pois já encaramos grandes exemplares no pesqueiro Lago Azul em Atibaia e vencemos a “briga”, sem problema algum.

Durante a semana fomos acertando as massas, as essências e haja trabalho, porque pescaria de cabeçuda da uma emoção sem igual devido aos tamanhos dos exemplares que podemos encontrar nos pesqueiros e a massa é muito trabalhosa, mas vale o esforço, e quem não quer tanto trabalho pode optar pelas excelentes massas do Cordeiro´s Massas que é referencia entre os pesqueiros da região com suas massas e essências especiais que só ele tem.

Combinamos de nos encontrar as 04:00hs da manhã. Chegado o dia tão esperado, como todo pescador ansioso estávamos no local combinado antes do horário, colocamos as tralhas no carro e seguimos sentido Mairinque,  pois ainda tínhamos 107 Km para rodar até chegar ao pesqueiro Pantanosso.
Por volta das cinco e trinta da “madruga”, chegamos à porteira do pesqueiro, e para nossa surpresa já havia quatro carros em nossa frente, esperamos até as 06:00hs para abertura e como não conhecíamos o lago pedimos ajuda para o Itamar, gerente do pesqueiro, que nos atendeu muito bem e nos indicou o melhor lugar onde costumam pescar as grandes cabeçudas, no “barranco”, nos identificamos na portaria e cerca de 30 minutos após a abertura já estávamos “batendo bóias” no lago.


Com as bóias na água, começamos a preparar mais dois chuveirinhos para o próximo arremesso, quando olhei para o lago uma de minhas bóias já estava “pingando”, quando ainda estava indo em direção a vara a bóia sumiu, mas não acreditei a pescaria mal tinha começado e fazia pouco tempo que tínhamos arremessado, não tinha nem cevado direito, uns 5 minutos de bóia na água e a primeira ação do dia, quando enrolei o molinete a vara envergou, “como esse momento é emocionante”, fui trabalhando com cautela, mas ela não se entregava e tomava linha, depois de alguns minutos, finalmente encostou, ficamos muito animados, pois o sol nem tinha aparecido e já tínhamos tirado uma de 10kg. Vamos em frente, bóias pra água a espera daquelas que nos disseram que não conseguiríamos tirar d água.

DSC02549.bmp


Após alguns arremessos, resolvemos conhecer o pesqueiro. Enquanto o Itamar apresentava toda estrutura do pesqueiro para eu e o Jack o Pupilo resolveu aprontar uma para nosso amigo Jack, retirou o carretel de linha do molinete do Jack para simular que a bóia estava mexendo, quando retornamos ao barranco de onde estávamos pescando o Pupilo começou a puxar a linha e isso fez com que a bóia “pingasse” e quando o alertei sobre sua bóia ele imediatamente correu para dar aquela fisgada, pois Pupilo já tinha feito a bóia afundar, chegando ao pé da vara ele percebeu que havia algo errado, mas mesmo assim o incentivei a dar aquela fisgada e ele o fez, quando o Jack olhou todos nós caímos na gargalhada e ele ficou muito frustrado, pois estava muito ansioso para pescar seu primeiro exemplar.

Pouco tempo depois olhando para o lago, que por sinal é muito bonito e bem cuidado, alertei o Jack sobre ações em sua bóia, mas como tínhamos sacaneado ele pouco tempo antes, não acreditou em meu aviso achando que era mais uma pegadinha para ele, o alertamos mais uma vez e quando percebeu que era verdade correu como criança em direção ao seu triunfo, e dessa vez era verdade ele fisgou um bonito exemplar de 7Kg e ficou bobo ao pega-la no colo.


Depois de fotografado o Jack com seu peixe, uma de minhas bóias afundou novamente, dessa vez, como eu já tinha tirado uma, a primeira do dia, falei para o Lukinha se divertir um pouco e ele não fez por menos, brincou com ela por alguns minutos e mesmo tomando linha o Lukinha mostrou quem é que manda em uma pescaria, mais uma bela cabeçuda, dessa vez 8Kg.


E assim prosseguimos com vários exemplares entre 7 à 10kg, esperando ansiosos “aquelas” que dizem ter no lago, mas até
então não tinham mostrado sua força contra nossas linhas.


O Lukinha resolveu fazer um desafio um pouco ousado, ele disse para todos “enquanto eu não tirar um peixe com uma de minhas varas eu não vou almoçar”, logo disse pra ele, “agora você terá que cumprir ou vai ficar sem comer”, e quando estamos nos preparando para ir ao restaurante, para nossa surpresa, o Lukinha fisgou um belo curimba, agora sim estávamos prontos para almoçar.


Após o almoço, que também é digno de nota, a refeição é muito deliciosa, voltamos a “bater bóias” na água, logo nos surpreendemos com nosso amigo Jack que de início disse que era outra das pequenas, mas quando começou a puxar ele não conseguia controlá-la e tomava muita linha e como todo pescador ele ficou muito feliz ao poder tirá-la d’água e solta-la para que outros possam sentir a mesma emoção que ele sentiu, desta vez a que fez toda essa “bagunça” pesava 17kg.


E “vamos que vamos” em busca de maiores, o céu estava nublado e ventava muito, mas para cabeçuda isso não é problema, e o Pupilo mostrou que realmente não é, quando correu para o seu troféu do dia, foi uma briga e tanto, pois esta era daquelas que realmente compensa a ida ao pesqueiro, foi mais de 15 minutos de briga e não se rendia, e como o Lukinha, ele mostrou quem manda, a trouxe até a beira onde pudemos tirá-la com cuidado e também registrar com uma bela foto, 15kg de muito emoção, parecia maior pela briga.


Continuamos a fisgar as “pequenas”, mas o que queríamos eram as grandes...

Já era final do dia quando minha bóia começou a “pingar”, eu até brinquei vou tirar mais um “filhote”, quando peguei a vara e fisguei a linha correu e a fricção “cantou” e a vara envergou, “será que é agora?”,  fui trabalhando com cautela, até que depois de um tempo ele apareceu no meio do lago com as costas fora d água, esse momento é mágico e não tem problema no mundo que o faça perder a concentração e curtir essa adrenalina, trabalhando para que não estoura-se a linha ela foi se cansando até que encostou, mas tinha um problema, o peixe não cabia no passaguá, o Pupilo disse para o Jack, “eu passo a passaguá na cabeça e você ajuda puxando para fora pelo rabo”, e foi isso que fizeram e deu certo. Para não dizerem que pescador é mentiroso tínhamos que registrar, pois uma bela cabeçuda de 25kg não é todo dia que vemos, já pegamos até maiores, mas cada uma tem seu valor na lembrança de nossas memórias e graças a ajuda da tecnologia podemos dividir com vocês essas emoções, registrando por fotos e vídeos.


Chegamos ao final de mais um dia de pesca e infelizmente precisamos juntar toda tralha e rodar mais 107km de volta até nossos lares.

Até a próxima, em busca de novas aventuras e principalmente grandes carpas cabeçudas.

Demerson ( Dedé )
demerson@pesquecerto.com.br

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